Bem, depois de uma overdose
acadêmica durante vários meses, eis que eu me atrevo a retomar um pouco este
esquecido blog e também retomar algumas aventuras literárias. Não que eu esteja
arrependida de estudar minha área – História – porém, convenhamos: tudo que é
demais enjoa. Querendo ou não chega um momento em que você lê aquele tema por
obrigação. Então para “desopilar” um pouco, movimentarei o blog com algumas
novidades literárias.
Assim que me senti livre da
escrita da monografia fui à biblioteca da universidade onde estudo, que apesar
de não possuir um acervo tão bom e/ou interessante, vez ou outra me traz umas
surpresas em minhas andanças em meio às suas prateleiras. Nesse sentido, sem
querer querendo, passo os olhos pela parte de Economia e me deparo com Maus
Samaritanos. Nunca ouvi falar desse autor – logicamente Economia é uma área que
eu possuo contato ínfimo, principalmente quando se trata de um trabalho de um
economista sul-coreano! Mas como o tema me interessou muito, resolvi dar uma
chance. Até porque adoro assuntos ligados ao “sistema”, ou que possuam um viés
político-ideológico... E cá entre nós, críticas ao neoliberalismo são sempre
bem-vindas. É sempre bom também estar por dentro dessas coisas. O livro é de
2007, apesar de já passados alguns anos, creio que a discussão ainda seja
pertinente.
O outro escolhido foi o já
divulgado – divulgadíssimo – Os Últimos Soldados da Guerra Fria. Eu comprei o
livro já faz mais de um ano (!), comecei a lê-lo e parei por motivos que não me
lembro exatamente (faculdade, aposto). Enfim, vou retomá-lo, literalmente, até
porque eu amo a escrita do Fernando Morais, apesar de ter lido somente Olga.
Tenho mais curiosidade em ler Chatô, mas como já possuo o Soldados, então vamos
ler né! Vale lembrar que fiquei um pouco desanimada com ele na época que lançou
a biografia de Paulo Coelho, mas foi puro preconceito meu. Mas achei chato ele
ter vindo à feira do livro anos atrás na cidade pra lançar justamente esse
livro... hehe
Acredito que farei um bom começo.
A ideia é compartilhar depois por aqui as impressões. Mesmo com algumas
obrigações acadêmicas pela frente, com esforço e dedicação eu voltarei ao meu
velho hábito de ler literatura despretensiosamente.

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