sábado, 20 de abril de 2013

Desanuviando a mente

Certo dia desses resolvi retornar a pegar emprestado livros da biblioteca da cidade onde moro. Houve um tempo em que eu fazia isso bastante, e era bastante prazeroso, além de recompensador. Infelizmente passei a me afastar desse hábito por motivos e obrigações mais acadêmicas. Mas chega um momento em que sua mente pede uma "oxigenação" com algumas leituras menos sacrificantes ou totalmente obrigatórias. E porque não fazer um esforcinho e conciliar com livros que estou me devendo a leitura a tanto tempo?

Retomei então com a biblioteca da universidade. Como sou curiosa se tratando de bibliotecas e suas pratelerias abarrotadas de livros (corro o risco de me afogar as vezes, só de olhar!) ingenuamente procurava algo em torno da literatura brasileira. Mas eis que recordo instantaneamente que estava devendo um crédito ao José Saramago. Todavia, seu compatriota António Lobo Antunes me fisgou a curiosidade com seu livro Os Cus de Judas. E considerei um ótimo recomeço. Principalmente porque o escritor era totalmente desconhecido para mim e conseguiu me surpreender. Saramago ficou então para outra oportunidade.

Eis que me pego inquieta e com um desejo de mais uma leitura despretensiosa... A biblioteca da cidade possui muito mais títulos em termos de romance, literatura estrangeira, etc., que a universidade. Pensei em pegar emprestado algo da Agatha Christie, mas próximo aos seus títulos vi o tão famoso livro do Irvin D. Yalom, Quando Nietzsche chorou. Bravo, estava escolhido o próximo da lista. Mas ainda peguei também o Treze à mesa, da minha querida Agatha Christie. Não resisti, estava com saudades do senhor Poirot e sua finesse e modéstia irremediáveis...

Os resultados? Bem, estou terminando o do Irvin D. Yalom, e descobri que tem filme produzido. Então, espero estar escrevendo sobre esse "achado" nos próximos dias...

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