quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Goianinha, RN


Semana passada fui à Goianinha participar da 2ª Assembleia de Povos Indígenas do RN. O evento aconteceu noPalácio da Cultura Popular Antônio Bento. É o caminho que leva à praia de Pipa - aqueeela famosíssima. Não cheguei a conhecer Pipa, até porque não fui turistar. Mas a cidade tem um clima bem agradável, salvo as pancadas de chuva constantes que não deixam um cabelo "engomado" durar nem 24 horas.

Chegando em Natal, pega-se o caminho para Parnamirim e segue rumo a Goianinha, o que dura por volta de 45, 30 minutos, dependendo do trânsito. Durante o percurso é incrível a quantidade de plantações de cana-de-açucar. Outra coisa que me chamou atenção foi a BR duplicada até chegarmos lá, viadutos, ou seja, uma estrutura grande em uma região de cidades digamos, pequenas; (sou do interior, uma matutinha), e o melhor: muito verde! Fiquei encantada com a vegetação - zona mata atlântica, ou resquícios dela.

Também me espantei com a importância da cidade. Realmente preciso conhecer bem melhor esse meu Estado. Apesar de pequena, é um ponto de referência para numerosas cidades do litoral sul e agreste potiguar. Também fomos à Canguaretama participar de um toré e nos deliciarmos com uma carne de charque. E durante o caminho... Mais plantação de cana. Era já noite e muitos caminhões faziam a retirada da cana para transportá-las. Algo realmente imenso.

Na foto acima você vê a Paróquia de N. S. dos Prazeres. Ela está localizada onde fora um antigo aldeamento jesuíta da cidade. O que mais me chamou atenção foi quando adentrei e me deparei com imagens de santos usando peruca. Bem, eu posso até estar exagerando, mas sinceramente pra mim é bem estranho a figura de santos usando peruca. Outro momento estranho para mim foi encontrar em uma livraria um local de colocar créditos em celular. Pode parecer besteira, mas quando você se depara com qualquer coisa diferente da sua realidade não tem como deixar despercebido. Enfim, a praça em frente à Igreja também é um dos pontos mais conhecidos da cidade, se chama Monsenhor Armando de Paiva, no Centro da cidade. Fica bem pertinho da BR 1O1.

O melhor de tudo foram as pessoas que conheci lá e o objetivo que me levou a ir pra Goianinha. Posteriormente retratarei melhor a questão indígena no Rio Grande do Norte.

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