O assunto já antigo, mas será que o empréstimo feito pelo Estado junto ao Banco Mundial no valor de R$ 540 milhões de reais será eficientimente utilizado entre as secretarias? Esse empréstimo ficou assim distribuido (porcentagem referente ao valor distribuido):
Sape – 127.316.770 (23,6%)
Sethas – 43.447.205 (8%)
Setur – 58.211.180 (10,8%)
Sedec – 20.000.000 (3,7%)
DER – 80.000.000 (14,8%)
Sesap – 37.652.174 (7,0%)
Seec – 92.167.702 (17,1%)
Seplan – 37.267.081 (6,9%)
Searh – 43.937.888 (8,1%).
Sethas – 43.447.205 (8%)
Setur – 58.211.180 (10,8%)
Sedec – 20.000.000 (3,7%)
DER – 80.000.000 (14,8%)
Sesap – 37.652.174 (7,0%)
Seec – 92.167.702 (17,1%)
Seplan – 37.267.081 (6,9%)
Searh – 43.937.888 (8,1%).
Lendo por aqui os meus papeis, o ex-Governador Alberto Maranhão em seu segundo mandato (1908-1913) também contraiu um empréstimo, realizado em Paris e fez bastante coisa (não sei se com todo o dinheiro emprestado ou parte). Enfim, são as oligarquias se repetindo. Como sempre - infelizmente - o que vale e a velha máxima: se tiver as obras e os benefícios concedidos, pra que se preocupar com os bastidores da política?
Referências: História do Rio Grande do Norte | Marlene da Silva Mariz & Luiz Eduardo Brandão Suassuna. (pág. 222).
Empréstimo é aprovado na AL do jeito que Rosalva queria. | Portal No Minuto. acesso em 17/NOV às 22.20.
PS.: E a governadora ainda fará outro empréstimo, conforme lido no Blog do Carlos Santos, aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário